INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

A maior parte de nós lembra-se com toda a certeza de ter visto um dos inúmeros filmes (destaco “2001-Odisseia no Espaço”) que retratam ou mencionam este assunto, que sempre nos pareceu longínqua a sua chegada aos nossos dias.

Acho que esta experiência da IBM – Watson – juntamente com outras mais “tímidas” e mais ou menos “inteligentes” vêm na minha opinião, dar um contributo importante para uma implementação mais abrangente e maximizada de algumas destas tecnologias em acções do nosso quotidiano, no tratamento da informação e do conhecimento. Senão vejamos:

Google

Desde a pesquisa e indexação de informação global, agora em tempo real que o Google nos proporciona, desde 1998, (outros se seguiram, como o “Bing”) e os quais já fazem parte integrante do nosso dia-a-dia para a maior parte dos utilizadores da www.

WolframAlpha

O mais recente WolframAlpha, um motor de busca que ao integrar analise linguistica, tratamento de dados, computação dinâmica e gráfica automatizada, consegue interpretar pesquisas em linguagem (EN) fluente e natural, bem como fornecer resultados compostos e/ou resultados matématicos interligados. Um exemplo, pesquisei: Population density of Portugal – eis os resultados.

Qwiki

O Qwiki ainda é mais recente, ainda em versão Alpha, apresenta-se como uma ferramenta de “Experiência de informação” onde o utilizador pesquisa algo e os resultados são apresentados de forma agregada e composta através da construção de uma narrativa cronológica, numa única experiencia de informação (EN) usando texto, som, fotos e video, tudo em tempo real. Vale a pena experimentar.

Destaquei estes, entre muitos outros, porque são exemplos reais e de fácil acesso a todos os utilizadores da web, é obvio que estão a decorrer projectos muito mais complexos que estes, no seio de uma empresa, dum estado ou universidade, com um maior ou menor secretismo , ainda assim o MIT por exemplo, publica alguma informação sobre os últimos avanços da computação evolutiva.

Nesta insessante corrida à inteligência artificial, o “Watson” prova-nos ao responder com alcunhas humoristicas em vez de factos, ao conseguir detectar “ratoeiras” nas perguntas do concurso (Jeopardy) e acima de tudo errar, mas conseguir “aprender” com esses mesmos erros, que estamos mais perto da meta desta corrida … sem sabermos, o que isso significará? …

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